The Clash

  
  Bem, essa postagem é um pouco diferente, quem disse que eu devia escreve sobre The Clash, foi meu pai. The Clash foi e ainda é considerada uma das bandas mais importantes no cenário do punk, e deixou uma importante marca na história do rock, com hits como “Should I Stay or Should I Go”, “I Fought the Law” e “London is Calling”.
   A banda foi formada em 1976 por Mick Jones (guitarra rítmica), Paul Simons (baixo), Keith Leave (guitarra), Terry Chimes (bateria) e Joe Strummer (vocal) na Inglaterra. Alguns meses depois Keith Leave deixou a banda. Com o punk no auge e diversas gravadoras interessadas em lucrar em cima bandas do gênero, o The Clash assinou com a gravadora CBS no fim de 1976.
   No inicio de 77, com três semanas em estúdio gravaram o primeiro álbum (The Clash), logo após isso Terry Chimes, deixou a banda, sendo substituído por NIcky Topper Headon. O seu primeiro álbum, The Clash, foi lançado nessa mesma época, no dia 30 de abril de 1977, e alcançou o décimo segundo lugar na parada britânica. Entrando em turnê, tiveram seu primeiro single, Complete Control, seguido por Clash City Rockers(<3), e o álbum, que ainda não havia sido lançado nos Estados Unidos, teve mais de 100 mil cópias vendidas unicamente para exportação à terra dos Ramones (EUA).
   Em novembro de 1978, sai o segundo álbum da banda, Give in enough Rope, atigindo o segundo lugar, o mesmo não teve tanto sucesso quanto seu sucessor nos Estados Unidos. Então chega o maravilhoso disco duplo vendido por preço simples, LONDON CALLING, em dezembro do mesmo ano. Foi nesse momento que The Clash, até então punk, começou com sua mistura de estilos musicais, tendo no mesmo a presença do rockabilly e reggae. Apesar disso é considerado o melhor álbum da banda e está entre os 10 maiores discos da história.
    No final de 1980, sai o divergente álbum, Sandinista!, álbum triplo com preço de duplo. O mesmo confundiu seus fãs britânicos, principalmente os que acabaram de conhecer a banda, que não gostaram da inclusão de jazz e hip-hop ao estilo do The Clash. Já nos Estados Unidos, onde a banda não teve um grande sucesso nos dois últimos álbuns, a resposta ao Sandinista! foi boa. É nessa época que o The Clash entra na sua primeira turnê mundial, visitando a Ásia e a Oceania.
   Chega 1982 e The Clash apresenta o álbum Combat Rock, com diversos gêneros influenciando as músicas, tendo como singles: Should I Stay or Should I Go e Rock the Casbah, foi o maior sucesso de vendas da banda. The Clash começa então a desintegração. Topper Headon foi demitidos devidos a problemas com drogas e o antigo baterista, Terry Chimes, substituiu-o temporariamente para que a banda não ficasse sem baterista durante a turnê que se aproximava, Combat Rock, logo que a mesma chegou ao fim, Chimes saiu do Clash, pois percebia que a banda chegava ao seu fim, devido a tantas brigas e desentendimentos entre eles. The Clash entrou em uma longa jornada atrás de um baterista, o escolhido foi Pete Howard, que tocou com a banda em alguns shows nos Estados Unidos. 
Perto do fim de 1983, Joe Strummer e Paul Simons expulsaram Mick Jones da banda, justificando que os desentendimentos sobre ideologias e o som da banda eram causados por ele. No mesmo mês que Jones saiu da banda, The Clash contratou Nick Shepperd e Vince White para serem os novos guitarristas. Em janeiro de 84 eles voltaram a se apresentar, mostrando também a intenção de um novo álbum para o fim do ano.
Porém a gravação de Cut the Crap foi decepcionante, Bernie Rhodes, foi o empresário da banda durante a gravação dele e dispensou Pete Howard, achando que a melhor escolha era uma bateria eletrônica, o que alterou drasticamente os arranjos das músicas, transformando-as completamente em barulho de sintetizadores.
Com o desempenho por água abaixo, The Clash, viajou pela Inglaterra e a Escócia, chegando a tocar de graça em esquinas e bares. Em 85 tiveram seus últimos shows, enquanto eram bombardeados por criticas ao Cut the Crap, que tornou-se o ultimo álbum da banda.
Então humanos, vou ser bem sincera, The Clash foi uma ótima banda, na minha opinião, enquanto era punk, apesar de todo alvoroço sobre London Calling, para mim o primeiro continua sendo o melhor. É triste como chegou ao fim, e a decadência que teve no quesito de qualidade nas letras das músicas em cada álbum. Além de o fim ter a origem igual a diversas bandas punks da época, briga entre os membros, por vários motivos, divergências de estilos musicais e, claro, drogas, que foi o que tirou Jones da banda. Isso é bem decepcionante. Falando sobre essa parte punk, devo comentar, que tudo isso de brigas em todas essas bandas deve ter sido gerado pelo pensamento sobre musica da época, que você não necessita saber tocar para estar numa banda, sendo assim várias bandas novas eram apedrejadas e os membros descontavam naquele que não tocava 100% seu instrumento.
Voltando ao The Clash, os outros álbuns da banda, recomendo para quem quer fazer uma viajem a outros estilos músicas, se tem algo que The Clash mostrou , era que eles podiam ser bons em qualquer estilo musical.

Aqui vai uma pequena playlist com as minhas músicas preferidas da banda:


Minha próxima postagem nesse estilo será sobre Ramones, prepare-se Jeannie Scarlett.

Então galera, comentem qualquer coisa, se gostou, não gostou, tem uma sugestão de postagens (eu ando meio sem ideias ultimamente),  pode comentar só um oi mesmo.
Beijos, Nathalia. 

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